As holdings patrimoniais, criadas para agregar bens da família em uma única sociedade e facilitar a gestão, começaram a ser repensadas após a reforma tributária do consumo e a tributação das altas rendas.
Natalia Zimmermann, sócia da área de Wealth Planning do Velloza Advogados, avalia que as holdings patrimoniais ainda podem valer a pena, mesmo com as mudanças na base de cálculo do ITCMD, da tributação de lucros na alíquota de 10% e da entrada dos novos tributos – o Imposto (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
“Ainda que tenha tributação de 10% do lucro, nas simulações que fizemos, a carga total da pessoa jurídica vai ficar entre 25% e 27%, depende do volume de receita de aluguel. Ainda fica abaixo do valor da pessoa física”, afirmou Natalia Zimmermann, em entrevista ao jornal Valor Econômico.
A advogada destacou, ainda, que a holding é positiva por criar regras de governança e proteger o patrimônio.
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